era uma vez um homem que nada entendia
e toda vez que uma galáxia lá longe explodia
ele permanecia atônito
sem nada entender
e dentro do seu não entendimento
continuava cozinhando a mesma comida que lhe dava asia
a beber o mesmo vinho que lhe deixava atônito
porque talvez esse fosse seu destino:
não entender e ser o homem que nada entendia
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